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Visita de estudo à Plataforma das Artes/ CIAJG
Por Engrácia Bastos (Professora), em 2015/02/16513 leram | 0 comentários | 101 gostam
No dia 3 de fevereiro, a turma 11ºD, do Curso Profissional de Turismo Ambiental e Rural, foi visitar uma exposição de arte contemporânea ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães, localizado na Plataforma das Artes e da Criatividade.
Rui Teixeira
A professora Engrácia Bastos organizou a visita de estudo no âmbito da disciplina de Técnicas de Acolhimento e Animação.
Partimos da escola por volta das 15:00 horas, fizemos o percurso a pé, e chegámos à Plataforma das Artes por volta das 15 h e 45 minutos.
Fomos recebidos pela Dra. Lara Soares e pela Dra. Tatiana Santos, que nos falaram sobre o surgimento da Plataforma, sendo nesta instituição que está acolhida a coleção de quadros e esculturas de José de Guimarães - um grande artista plástico de Guimarães. A Plataforma das Artes tem 3 pisos com várias salas de exposição em cada piso.
Na primeira sala, a Dra. Tatiana mostrou-nos uma obra (Alfabeto Africano 1970-74) de José de Guimarães, que está lá desde a abertura da plataforma e retrata a época da guerra colonial que se passou nas colónias portuguesas. Disse-nos também que o símbolo do Turismo de Portugal, I.P. é da autoria de José de Guimarães e que o diretor da plataforma se chamava Nuno Faria.
Na sala seguinte visitámos a arte tribal africana de José de Guimarães, constituída por esculturas em madeira de imagens africanas, cujos temas inseridos nas imagens eram o transformismo e o feitiço. De seguida, nessa mesma sala, passámos de uma arte tribal africana para um espaço onde as máscaras de Trás-os-Montes estavam bem presentes.
Imediatamente a seguir, visitámos a sala da magia, com máscaras da coleção de José de Guimarães. Essas máscaras eram de países da Costa Ocidental de África e eram todas feitas em madeira. De seguida, a Dra. Tatiana levou-nos para uma sala onde estava a passar um filme de Pedro Paixão, que mostrava vários cenários da realidade e como viviam as tribos.
Na sala seguinte visitámos outra exposição de máscaras de Trás-os-Montes, mas mais pequena, sendo que nessa sala predominavam as máscaras de chapa pintada de origem portuguesa e espanhola.
Em seguida, tivemos a possibilidade de observar uma coleção de arte pré-colombiana e uma coleção de arte chinesa antiga. Entretanto, noutra sala, também encontrámos arte pré-colombiana e arte chinesa antiga.
Noutra sala visitámos os desenhos de Gonçalo Pena, todos feitos a caneta e lápis, com desenhos intimidantes e representativos de atos sexuais. De seguida, pudemos apreciar mais desenhos, mas de diferentes autores (Mattia Denisse e Alexandre Canebrey). Os materiais que utilizavam eram diversos, como o carvão, o lápis, os lápis de cor, a caneta e o papel químico.
Em seguida, descemos para o piso -1 e vimos um grande trabalho de António Poppe (Morir per non Morir, Ennos).
Posteriormente, fomos ver, numa mesa, vários livros de António Poppe, onde desses livros recolhia frases e imagens para colocar nas exposições. Por fim, a Dra. Tatiana mostrou-nos como seria o espaço de Thierry Simões, onde ele pintava e utilizava o carvão e a grafite para desenhar.
Considero que a visita de estudo foi muito enriquecedora, porque fiquei a conhecer vários artistas, assim como pinturas e também esculturas. Achei engraçados os desenhos que vi e são um incentivo para o aparecimento de mais artistas plásticos.

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